• logo.png

Conteúdo Fixo

O que esperar de um cristão?

pbJesus respondeu: - "Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente." Este é o maior mandamento e o mais importante. E o segundo mais importante é parecido com o primeiro: "Ame os outros como você ama a você mesmo." Toda a Lei de Moisés e os ensinamentos dos Profetas se baseiam nesses dois mandamentos. Mateus 22.37-40

Se alguém diz: "Eu amo a Deus", mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois ninguém pode amar a Deus, a quem não vê, se não amar o seu irmão, a quem vê. (1João 4.20)

O “cristianismo” desde o século III tornou-se um negócio bastante lucrativo e útil para servir aos interesses de poderosos. O império romano usou e abusou daquela forma de igreja que ele mesmo ajudou a construir. No entanto, quando olhamos para a igreja antes do terceiro século, principalmente a igreja apostólica, percebemos a enorme diferença, que os distinguia de todo o resto.

Essa diferença pode ser percebida em duas dimensões: Nos relacionamentos interpessoais (convivência de pessoas diferentes) e no relacionamento com Deus (o Todo-poderoso) adorado pelos cristãos.

O Cristianismo de Jesus não está a serviço de ninguém  não se subjuga a nenhum interesse e, por isso, não tem problemas em se apresentar como um modelo alternativo de vida, considerado até subversivo por alguns religiosos de seu tempo (fariseus).

No Cristianismo de Jesus, as pessoas são o mais importante. Elas não podem ser classificadas pela condição social, pelo sobrenome, pelo sexo e nem muitos menos pela cor da pele. O Apóstolo Paulo nesse sentido escreveu: “Desse modo não existe diferença entre judeus e não-judeus, entre escravos e pessoas livres, entre homens e mulheres: todos vocês são um só por estarem unidos com Cristo Jesus.”(Gl 3,28) Logo, entendemos que cultivar valores “romanos” de segregação e de valoração das diferenças entre as pessoas é se curvar ao deus do império, ao deus deste século, é negar a mensagem revolucionária de Cristo.

O Cristianismo de Jesus despreza os deuses dos povos, os aclamados e os que se curvam as vontades humanas, pelo contrário a fé cristã nos religa ao Senhor de todas as coisas, ao Deus Soberano, ao Deus exclusivo. E é a esse Deus exclusivo que nós dedicamos a totalidade de tudo o que temos, tudo o que somos, toda a nossa vida e tudo o que possuímos.

Que Deus nos ajude a continuar sendo fiéis, amando aos outros, iguais e diferentes e adorando ao Deus soberano.            

 

Um novo templo, para um novo tempo!

IMG 20171104 WA0064“(...) Tenham coragem, todo o povo da terra, diz o Senhor, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o Senhor dos exércitos, A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos exércitos; e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos exércitos.” Ageu 2.4b e 9

Hoje é um dia pra ficar na memória! No dia 26 de Agosto de 2000 foi inaugurado o primeiro salão de cultos da Congregação de Itaboraí. Aquilo que era para ser algo provisório demorou 17 anos, muitas crises e dificuldades vieram, tanto sobre a igreja mãe como sobre a congregação filha, mas uma coisa nunca esmoreceu no coração: o desejo de ter uma igreja plantada nesse lugar.

Em 2007 e 2008 muitas inquietações quanto ao futuro da congregação, devido a traumática divisão na sede, em 2015 o terrível choque da também traumática divisão, agora na congregação. Entretanto, a palavra de Deus a Ageu nos impulsionou a chegarmos até aqui. Coragem e muito trabalho não faltaram ao pastor, ao conselho e nem aos missionários que Deus havia enviado para a nossa congregação.

Os últimos anos tem sido de crises financeiras no país, mas mesmo assim quando olhamos para esse templo, percebemos o cuidado de Deus com a sua Igreja. Não teve crise, não teve problemas, nem ação demoníaca que pudessem fazer parar o que Deus já havia planejado para essa igreja.

Hoje olhamos para trás e percebemos como Deus foi gracioso conosco. Mas não paramos por aqui, ainda temos muitos desafios. Agora precisamos alcançar esse bairro e essa cidade com o Evangelho de Salvação e caminhar em direção a organização desta congregação em Igreja.

Sabemos que vamos chegar lá, e não queremos esperar mais 17 anos pra isso. Queremos viver um novo tempo. Um novo templo para um novo tempo. Ebenezer!



Amor a Deus?


Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presença de todo o seu povo. Salmo 116.12-14

Por diversas vezes, presenciei pais diante de um juiz afirmarem que amam seus filhos, que cuidam, que dão tempo, que são presentes, que não deixam nada faltar e outras coisas mais..., mas na hora de ser fixada uma pensão alimentícia, percebe-se que todo aquele “amor” na verdade não existe, não passa de mero teatro para enganar o juiz.

Quando olho para o comportamento do ser humano em relação a Deus, observo algo muito parecido. A religiosidade é uma capa tentadora de hipocrisia, uma forma como as pessoas tentam demonstrar pra Deus algo que elas não são.

 O Salmista nos versículos acima nos leva a reflexão quanto a nossa vida cristã, levantando algumas formas de gratidão por tudo que Deus tem feito:

Tomar o cálice da salvação. Se apropriar com um coração agradecido do favor de Deus.

Pagarei os meus votos. Com alegria levar ao templo o que a lei determinava, mas também as voluntárias, fruto do coração.

Pagar na presença do povo de Deus. Estar com o povo de Deus, servindo e demostrando a alegria de ser povo de Deus.

Fica muito evidente que a verdadeira espiritualidade de adoração não acontece de forma exclusivamente individual, mas ela se reflete na coletividade. Sim, é no meio do Povo de Deus que encontramos e apresentamos o resultado do agir de Deus no nosso coração. Assim percebemos que se trata de algo interno que se transforma em atitudes externas.

A religiosidade vai contra isso, ela apresenta no meio do povo algo que nós de fato não somos, experiências que nós não tivemos, sentimentos que não nutrimos e uma piedade que não cultivamos. É algo externo que não é fruto de processos no coração e nem muito menos lhe surtem algum efeito.

Assim fica claro compreender algumas posturas, que as pessoas sequer acham ser pecaminosas, como o menosprezo aos encontros do povo de Deus, as atitudes sectárias, as divisões, o desrespeito (explícito ou tácito) aos líderes e aos membros da comunidade de fé e até mesmo a mão encolhida e a retenção das contribuições financeiras à igreja, sejam de dízimos ou de ofertas.

Precisamos de um autoexame, sincero e profundo, para enxergarmos onde temos acertado e onde temos errado, e assim potencializarmos os acertos e buscarmos o arrependimento e correção dos nossos erros.                               Rev. Erivan Júnior