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A igreja como Esposa (2)

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. (...) Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: - Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro.” Apocalipse 21.2 e 9

noivaHoje queremos falar do zelo pelo encontro e da alegria de encontrarmos o nosso amado.

Quem se lembra do início do namoro? Dos primeiros encontros, das primeiras idas ao cinema, dos primeiros sorvetes, dos primeiros passeios? Quem se lembra desses momentos, lembra também dos preparativos para essas ocasiões, das roupas escolhidas com muito cuidado e de forma a causar espanto. Os lugares eram escolhidos com cautela e a expectativa em torno era sempre grande.

Cada momento era um verdadeiro momento de festa! Da mesma forma, a nossa vida e participação com o nosso Noivo precisa se revestir desses preparativos. Como noiva, precisamos nos preparar sempre para o encontro, as roupas criteriosamente separadas e cuidadas, o melhor perfume e o principal: a alegria de reencontrar o Amado.

 

Precisamos olhar para nós e fazermos a mais dura autocrítica possível. Como estamos nos comportando? Como uma noiva apaixonada ou como uma amante profissional? Qual a nossa postura diante do encontro com o noivo? É tempo de olharmos para nossa vida e vermos como temos nos comportado. Temos gasto nosso tempo e nossa vida com coisas, pessoas e sentimentos vários e temos esquecido o prazer que é estarmos como noiva/igreja na presença do nosso noivo, é como se o nosso amor se contentasse apenas com as mensagens do whatszap e não precisasse de toques e abraços.

Hoje, a nossa denominação celebra seus 114 anos de organização, como nos preparamos para encontrar com o nosso Senhor? Temos demostrado alegria? Ou qualquer coisa é motivo para não estarmos com os nossos irmãos na posição de noiva esperando ou celebrando o seu Amado?

Precisamos, assim como no casamento que demostramos amor e paixão ao nosso cônjuge, demostrar nosso amor ao Amado. Não podemos deixar o nosso coração cair na frieza e no descaso, é mais do que tempo de acordarmos do sono do descompromisso, do descaso, das justificativas de ausência e vivermos esse amor com toda a intensidade.

Hoje é dia de “roupa nova”, não pelo aniversário da igreja, mas pelo nosso encontro com o nosso Amado, ele já fez a maior de todas as declarações de amor, que possamos responder-lhes com paixão e entusiasmo.

Celebremos com alegria os 114 anos da nossa igreja, mas celebremos com mais alegria cada encontro da noiva/igreja com o seu Noivo, domingo que vem te esperamos aqui para celebrarmos o noivo.

Rev. Erivan Júnior