• logo.png

A Igreja como Esposa (6)

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. (...) Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: - Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro.”Apocalipse 21.2 e 9

 Concluindo essa série de reflexões, nada mais apropriado para falarmos, que não seja dentre todos os deveres do matrimônio já explanados e aplicados ao nosso relacionamento, que é a nossa obrigação de sustento recíproco.

sustentoTodos nós conhecemos o velho ditado que diz: quem ama cuida. E isso é muito forte na relação de casamento. Um casamento onde o esposo não cuida da esposa provendo, não apenas o necessário para a sobrevivência, mas também o necessário para a sua autoestima e saúde espiritual e psicológica, ou ainda que a esposa não cuida de seu marido, mostrando preocupação e cuidados com o bem estar dele, sua aparência e sua realização profissional, é um casamento fadado ao fracasso. Numa relação de casamento, a entrega e a auto realização precisam sempre serem recíprocos.

Esse mesmo princípio se aplica a igreja no seu relacionamento com o seu Noivo, mas também se aplica ao nosso relacionamento como noiva, como membros desse corpo que as Escrituras chamam de Noiva do Cordeiro.

O dever de sustento é muito mais do que “dar o necessário”, é prover tudo que a coletividade precisa e ainda fazer o que o noivo quer. Assim como na nossa casa somos moralmente obrigados a prover os alimentos e tudo mais necessário para a subsistência, e além disso, temos que gastar tempo e dedicar mais da nossa vida a nossa família, o mesmo ocorre na igreja.

A devolução do dízimo é como se estivéssemos dando o arroz, feijão, pagando a luz e a água. Mas sustentar a igreja é muito mais do que isso, e envolve muito mais do que dar o dízimo. E olha que tem gente que até o arroz e feijão questiona e se nega a disponibilizar.

Sustentar a igreja é dedicar a vida, é colocar, além dos bens, toda a vida a serviço da coletividade, sonharmos juntos, querer estar por perto, proporcionar através das nossas ações momentos de alegria, de regozijo e de crescimento.

Ninguém que ama a sua família quer, por quaisquer motivos, viver longe dela. Ninguém que ama a Deus e a igreja pode viver longe Dele e dela! Amemo-nos.                        Rev. Erivan Júnior