• alogo.png
  • contatos.jpg
  • dlogo.png
  • ecultosh.jpg

FRIO? QUE NADA, SOU DO CALOR!

02 5ef0e2ea2e773

Eu sei o que vocês têm feito. Sei que não são nem frios nem quentes. Como gostaria que fossem uma coisa ou outra! Mas, porque são apenas mornos, nem frios nem quentes, vou logo vomitá-los da minha boca. Vocês dizem: ‘Somos ricos, estamos bem de vida e temos tudo o que precisamos.’ Mas não sabem que são miseráveis, infelizes, pobres, nus e cegos.(Apocalipse 3.15-17)

Uma onda de frio avançou sobre o Brasil nos últimos dias. O inverno que não tinha dado as caras resolveu aparecer, e os nossos casacos saíram do armário, nem que tenha sido apenas para um passeio breve. Não apenas o cenário a nossa volta mudou, mas as pessoas a nossa volta também mudaram, das vestimentas à alimentação, o frio mudou o contexto.

Esse episódio me lembra o que foi profetizado por Jesus: “Então muitos falsos profetas aparecerão e enganarão muita gente. A maldade vai se espalhar tanto, que o amor de muitos esfriará; mas quem ficar firme até o fim será salvo”. (Mateus 24.11-13) Quando o povo iludido por falsos messias, passa a defender a maldade como prática comum e esquece dos princípios mais elementares de humanidade que é o respeito e a tolerância, percebemos a palavra se cuprindo. Tal como o frio que está se espalhando por quase toda a nação, essa outra onda de desumanidade e de falta de amor também se espalhou por todo o mundo.

Essa é a razão de tantas tragédias, de tanta maldade e de tantos problemas como temos presenciado em nossos dias. Entretanto, há um povo que precisa ser diferente! Há um povo que foi alcançado com amor e é convidado a reproduzir esse amor na vida de outras pessoas, mesmo com tantas forças impulsionando a fazer diferente, a fazer como todos estão fazendo. O amor de Jesus nos alcançou e somos desafiados, por ele mesmo, a reproduzir isso em diferentes escalas com aqueles que estão próximos de nós.

A parábola do empregado mau nos ensina exatamente isso: “Aí o patrão chamou aquele empregado e disse: “Empregado miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você.” (Mateus 18.32-33) É esse o calor que o mundo espera de nós: somos humanos, somos imitadores de Jesus e não podemos ter receio de fazer diferente. Sejamos calorosos em meio a tanta frieza!