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Conteúdo Fixo

Cuidado com as crianças

Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele. Provérbios 22.6

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Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem; e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.
Deuteronômio 6.6-9

O noticiário das últimas semanas destacou quatro episódios que nos deixam claro o ataque diabólico que nossos filhos estão sofrendo diariamente. O primeiro, foi uma exposição do Santander, direcionada ao público infantil, onde as “obras de artes” eram gravuras de cenas sexo entre pessoas do mesmo sexo e até com animais. O segundo, uma exposição no MAM em São Paulo onde crianças eram incentivadas, ou no mínimo, permitidas a tocarem em um homem completamente pelado. A terceira, essa por motivos sociais bem menos divulgada, foi o caso dos pais que “deixaram” uma criança de 11 anos passar a noite numa cela de prisão com um estuprador. O quarto, foi a tragédia de Janaúba/MG, onde um “segurança” ateia fogo nas crianças e deixa dez crianças mortas, além da professora, e várias feridas.

Não pretendo entrar aqui em discursões e reflexões sociais sérias que tenho feito sobre esse conjunto de episódios, mas ouvi um grito: Cuidemos de nossas crianças!

A Igreja como Esposa (6)

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. (...) Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: - Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro.”Apocalipse 21.2 e 9

 Concluindo essa série de reflexões, nada mais apropriado para falarmos, que não seja dentre todos os deveres do matrimônio já explanados e aplicados ao nosso relacionamento, que é a nossa obrigação de sustento recíproco.

sustentoTodos nós conhecemos o velho ditado que diz: quem ama cuida. E isso é muito forte na relação de casamento. Um casamento onde o esposo não cuida da esposa provendo, não apenas o necessário para a sobrevivência, mas também o necessário para a sua autoestima e saúde espiritual e psicológica, ou ainda que a esposa não cuida de seu marido, mostrando preocupação e cuidados com o bem estar dele, sua aparência e sua realização profissional, é um casamento fadado ao fracasso. Numa relação de casamento, a entrega e a auto realização precisam sempre serem recíprocos.

Esse mesmo princípio se aplica a igreja no seu relacionamento com o seu Noivo, mas também se aplica ao nosso relacionamento como noiva, como membros desse corpo que as Escrituras chamam de Noiva do Cordeiro.

O dever de sustento é muito mais do que “dar o necessário”, é prover tudo que a coletividade precisa e ainda fazer o que o noivo quer. Assim como na nossa casa somos moralmente obrigados a prover os alimentos e tudo mais necessário para a subsistência, e além disso, temos que gastar tempo e dedicar mais da nossa vida a nossa família, o mesmo ocorre na igreja.

A devolução do dízimo é como se estivéssemos dando o arroz, feijão, pagando a luz e a água. Mas sustentar a igreja é muito mais do que isso, e envolve muito mais do que dar o dízimo. E olha que tem gente que até o arroz e feijão questiona e se nega a disponibilizar.

Sustentar a igreja é dedicar a vida, é colocar, além dos bens, toda a vida a serviço da coletividade, sonharmos juntos, querer estar por perto, proporcionar através das nossas ações momentos de alegria, de regozijo e de crescimento.

Ninguém que ama a sua família quer, por quaisquer motivos, viver longe dela. Ninguém que ama a Deus e a igreja pode viver longe Dele e dela! Amemo-nos.                        Rev. Erivan Júnior

A Igreja como Esposa (5)

 “Como um lírio entre os espinhos, assim é a minha amada entre as outras mulheres”. Cantares 2.2

Nessa penúltima pastoral, dessa série, queremos analisar algo essencial para que haja saúde nos relacionamentos entre marido e mulher e que também se faz necessário no nosso relacionamento como igreja, a noiva do Senhor: os elogios mútuos.

Os relacionamentos muitas vezes sofrem sérios desgastes com o passar do tempo por causa da rotina, tudo se torna “normal”, e todas as coisas parecem acontecer mecanicamente. Quando isso acontece, não há mais espaço para o encanto, para o prazer de realizar coisas simples conjuntamente, e claro, morrem ai os elogios.

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E percebemos isso também na nossa vida de fé e na igreja. Não é difícil observarmos pessoas que se acostumaram com o sagrado e perderam o amor e o encanto por ele. Não é raro também, vermos pessoas que outrora tinham um grande envolvimento, motivado por um amor e um encanto por Deus e por sua obra, mas que foram esfriando o coração, deixando de ver o lado bom e belo das coisas e acabaram caindo numa frieza sepulcral.

Quando isso acontece, coisas que julgamos impossíveis acontecem. Como um homem que tem um comportamento rude não permitindo que sua esposa se cuide ou vista determinadas roupas, mas que depois se divorcia e casa com uma extremamente  vaidosa e  com um estilo de se vestir bem vulgar. Também na igreja, lembro-me de um professor que eu tive que escreveu vários livros falando do movimento neopentecostal, mas hoje é membro de uma dessas igrejas. Ou ainda pessoas que resistem a alguns posicionamentos da igreja, mas depois se tornam membros de igrejas que tem como bandeiras esses posicionamentos outrora resistidos.

Fica-nos uma lição: precisamos redescobrir o encanto, buscar enxergar a beleza da nossa comunidade, os defeitos precisam ser sempre secundários, mas o que for bom e belo precisa ser enaltecido. Elogie, elogie-se, viva e celebre a beleza de sua comunidade.                                       

         Rev. Erivan Júnior