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Conteúdo Fixo

Bem mais valioso

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Vivemos dias em que as pessoas cada vez mais são valorizadas pelo que tem, e a falda de posses gera um sentimento de indignidade em grande parte das pessoas. O “ter” se sobrepõe ao ser, as coisas ocupam lugar principal em detrimentos das pessoas, soas sentimentos e de tudo aquilo que podemos “ter” que não sejam coisas materiais.

Quando paro para refletir sobre essa “precificação” das pessoas, que torna uns supervaliosos e outros descartáveis e inúteis fico absolutamente triste, até com alguns que se dizem cristãos zelosos. E confesso que algumas vezes fico observando o jeito com que sou tratado e visto, por vezes como pastor, por vezes como oficial do Exército, mas as vezes também como um imigrante nordestino, estudante, um estagiário, as vezes como alguém que se pode manipular e as vezes como alguém que não se dobra diante de caprichos e pirraças humanas. E nessas análises já me senti das duas formas, como alguém muito importante e como descartável e inútil. O remédio imediato para esses momentos é seguramente o colo de Deus, e suavemente ouvir o seu sussurrar:

Socorro às vítimas das enchentes em Saracuruna

A mídia não notíciou, mas dezenas de famílias perderam tudo nessa semana na Vila Urussay em Duque de Caxias/RJ. A IPI de Saracuruna, seu pastor, conselho e MASD se mobilizaram para ajudar aqueles que precisavam de gestos de amor e misericórdia.

A 1ª IPI do Rio de Janeiro junto com a Capelania do HCE (Exército Brasileiro) atenderam o apelo e participaram levando doações colhidas entre seus membros e amigos.

A promessa é para nossos filhos!

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Quando ouviram isso, todos ficaram muito aflitos e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: - Irmãos, o que devemos fazer? Pedro respondeu: - Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para que os seus pecados sejam perdoados, e vocês receberão de Deus o Espírito Santo. Pois essa promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, isto é, para todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar. Pois essa promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, isto é, para todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar.Atos 2.37-39

Às vezes fico pensando se todo mundo sempre tratasse as crianças como semi-pessoas, sem direitos, sem valor, sem serem contadas, sem poderem ser bem-vindas e recebidas com alegria... Graças a Deus não é assim que o Senhor nos trata e nem muito menos trata nossos filhos.

Nossos filhos são presentes de Deus para nossas famílias e para a igreja. Os discípulos de Jesus pensavam como muitos discípulos contemporâneos: - Essas crianças não fazem parte do nosso grupo! - Precisam ser gente primeiro! Perturbam muito! Devem ser deixadas a parte! e outros pensamentos do tipo. Mas Cristo, todas as vezes que teve oportunidade, pegou-as no colo e falou-lhes ao coração e as usou como exemplos para suas mensagens.

Para nós presbiterianos e reformados a ministração do sacramento do batismo aos nossos filhos é acima de tudo uma demonstração de fé na soberania de Deus, na sua palavra e também um compromisso público de cuidado e ensino aos nossos filhos.

Sim, batizamos nossos filhos porque entendemos que é uma prática bíblica e histórica. As famílias na bíblia eram batizadas inteiras e inúmeros documentos do primeiro século narram essa prática como demonstração de fé.

 Sim, batizamos nossos filhos porque entendemos que eles não são penduricalhos da igreja, mas são uma parte importante dela.

Sim, batizamos nossos filhos porque cremos que a promessa de salvação do Deus Soberano, que um dia nos alcançou, também é estendida pra eles.

Sim, batizamos nossas crianças porque temos a coragem de assumirmos o compromisso de educá-las nos caminhos do senhor para que elas, quando chegarem na idade da decisão, possam confirmar esse ato que, pela fé, fazemos hoje.

Rev. Erivan Jr