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Conteúdo Fixo

Socorro às vítimas das enchentes em Saracuruna

A mídia não notíciou, mas dezenas de famílias perderam tudo nessa semana na Vila Urussay em Duque de Caxias/RJ. A IPI de Saracuruna, seu pastor, conselho e MASD se mobilizaram para ajudar aqueles que precisavam de gestos de amor e misericórdia.

A 1ª IPI do Rio de Janeiro junto com a Capelania do HCE (Exército Brasileiro) atenderam o apelo e participaram levando doações colhidas entre seus membros e amigos.

A promessa é para nossos filhos!

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Quando ouviram isso, todos ficaram muito aflitos e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: - Irmãos, o que devemos fazer? Pedro respondeu: - Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para que os seus pecados sejam perdoados, e vocês receberão de Deus o Espírito Santo. Pois essa promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, isto é, para todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar. Pois essa promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, isto é, para todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar.Atos 2.37-39

Às vezes fico pensando se todo mundo sempre tratasse as crianças como semi-pessoas, sem direitos, sem valor, sem serem contadas, sem poderem ser bem-vindas e recebidas com alegria... Graças a Deus não é assim que o Senhor nos trata e nem muito menos trata nossos filhos.

Nossos filhos são presentes de Deus para nossas famílias e para a igreja. Os discípulos de Jesus pensavam como muitos discípulos contemporâneos: - Essas crianças não fazem parte do nosso grupo! - Precisam ser gente primeiro! Perturbam muito! Devem ser deixadas a parte! e outros pensamentos do tipo. Mas Cristo, todas as vezes que teve oportunidade, pegou-as no colo e falou-lhes ao coração e as usou como exemplos para suas mensagens.

Para nós presbiterianos e reformados a ministração do sacramento do batismo aos nossos filhos é acima de tudo uma demonstração de fé na soberania de Deus, na sua palavra e também um compromisso público de cuidado e ensino aos nossos filhos.

Sim, batizamos nossos filhos porque entendemos que é uma prática bíblica e histórica. As famílias na bíblia eram batizadas inteiras e inúmeros documentos do primeiro século narram essa prática como demonstração de fé.

 Sim, batizamos nossos filhos porque entendemos que eles não são penduricalhos da igreja, mas são uma parte importante dela.

Sim, batizamos nossos filhos porque cremos que a promessa de salvação do Deus Soberano, que um dia nos alcançou, também é estendida pra eles.

Sim, batizamos nossas crianças porque temos a coragem de assumirmos o compromisso de educá-las nos caminhos do senhor para que elas, quando chegarem na idade da decisão, possam confirmar esse ato que, pela fé, fazemos hoje.

Rev. Erivan Jr

Agentes da Paz

lideranca lava pes“- Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo.” ||Português: Nova Tradução na Linguagem de Hoje||João||14||27 (João 14.27)

Tenho assistido algumas cenas, acompanhado algumas posturas, visto alguns comentários e testemunhado algumas situações que estão me assustando, não pela sua existência em si, mas pela sua ocorrência e banalização no meio do “povo de Deus”. Cresce em nosso país um discurso de ódio, que ficou muito evidente nas eleições de 2014 e que se potencializou após os resultados das mesmas. São atitudes que beiram a irracionalidade e que não poderiam acontecer em hipótese alguma em um país minimamente desenvolvido.

A diversidade de opiniões, que deveria ser saudável numa democracia, tornou-se uma ofensa e até um pecado imperdoável. E para minha tristeza e decepção, percebo que muitos cristãos estão trilhando por esse caminho, municiados pelos lobos ferozes e famintos, trasvestidos de pastores, que destilam ódio nos meios de comunicação com o objetivo exclusivamente econômico e comercial.

Onde estão os cristãos que fazem a diferença? Como estamos agindo? Será que estamos pagando o mal com o mal? Estamos substituindo sentimentos nobres, como o amor, o respeito, o companheirismo, por esse discurso de ódio tão amplamente disseminado nos nossos dias? Precisamos olhar para nós e nos enxergarmos como agente da PAZ DO SENHOR (Shalom), não apenas da velha saudação banalizada, mas agentes que tem como tarefa agir de forma diferente da que o mundo está agindo. 

As pessoas são infinitamente mais importantes do que as suas opiniões, principalmente as pessoas com quem nós convivemos e amamos, não pode haver inversão desses elementos. Precisamos aprender com um cristão do século XIII que orou, baseado no texto acima, da seguinte forma: “Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união”.

Que Deus nos ajude a sermos cristãos genuínos e a sermos igreja verdadeiramente cristã!

Rev. Erivan Júnior

Pastor da Igreja