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Conteúdo Fixo

Mais amor, menos ódio!

“Mas eu lhes digo: não se vinguem dos que fazem mal a vocês. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também. Se alguém processar você para tomar a sua túnica, deixe que leve também a capa. Se um dos soldados estrangeiros forçá-lo a carregar uma carga um quilômetro, carregue-a dois quilômetros. Se alguém lhe pedir alguma coisa, dê; e, se alguém lhe pedir emprestado, empreste. - Vocês ouviram o que foi dito: "Ame os seus amigos e odeie os seus inimigos." Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês” (Mateus 5.39-41a).

igreja Tenho assistido preocupado o crescente aumento da intolerância no nosso país. Ninguém aceita mais ninguém, o ódio é estampado nos comentários, nas posturas e, principalmente, na repulsa ao outro. E para piorar ainda mais a situação, alguns se revestindo de porta-vozes da igreja evangélica entram nessa guerra do ódio usando as mesmas armas e estratégias que os rivais, postura essa que contraria todo o espírito das Escrituras Sagradas e do amor de Deus que foi revelado em Jesus.

Hoje, tenho vergonha de me identificar como pastor evangélico, e, às vezes, até como evangélico, pois a imagem que está sendo construída ao nosso respeito é de fato muito ruim, e em nada expressa a nossa nova natureza e muito menos a nossa fé.

Aconteceu na 1ª IPI do Rio de Janeiro!

Ore por você e ore pelos outros!

PREGADORDurante esses 14 dias de Jejum e Oração as reflexões diárias tem me feito pensar em muitas coisas que estão acontecendo a nossa volta. E de forma muito especial quando o devocionário nos convida a orar por nós e pelos outros.

A primeira sensação é o incomodo de orar por “nós”, de orar para ser o que Deus quer que eu seja e muitas vezes eu estou longe disso. Não é fácil orar para ser um pai, um marido, um irmão, um amigo ou um líder segundo o coração de Deus, pois isso nos distancia cada vez mais dos nossos planos e ações pessoais, nos levando para junto do coração de Deus.

O orar pelos outros me tem feito pensar em que tipo de cristãos nós somos. Como estamos preocupados apenas com o nosso umbigo, com as nossas atividades, com as nossas vontades pessoais, com as futilidades e coisas pequenas da vida. Esquecemos da real situação do cristianismo lá fora, de como as pessoas estão sendo assassinadas em nome da fé que confessamos e muitas vezes reduzimos a um serviço religioso.

Quando fico vendo relatos de cristãos sendo executados por abandonarem a fé em Alah e abraçarem a fé em Jesus, eu fico pensando que muitos dos nossos se estivesse ali estariam preocupados com o laranja da roupa dos condenados ao invés do que verdadeiramente significa cada martírio daqueles.

Como é frustrante ver cristãos tristes e chateados com coisas tão pequenas, brigando por posição, criticando sua comunidade de fé por não estar de acordo com aquilo que acredita ser bom, e pior ainda ver cristãos tecendo comentários e desestimulando outros cristãos a seguir na caminhada cristã.

Que Deus nos ajude a ser uma família Inabalável, e olhar pra nós e nos amoldarmos aos propósitos de Deus e a olhar pros outros, e aprender com eles o sentido de desapego a própria vida por amor ao evangelho.

Rev. Erivan Júnior

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