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Amor a Deus?


Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presença de todo o seu povo. Salmo 116.12-14

Por diversas vezes, presenciei pais diante de um juiz afirmarem que amam seus filhos, que cuidam, que dão tempo, que são presentes, que não deixam nada faltar e outras coisas mais..., mas na hora de ser fixada uma pensão alimentícia, percebe-se que todo aquele “amor” na verdade não existe, não passa de mero teatro para enganar o juiz.

Quando olho para o comportamento do ser humano em relação a Deus, observo algo muito parecido. A religiosidade é uma capa tentadora de hipocrisia, uma forma como as pessoas tentam demonstrar pra Deus algo que elas não são.

 O Salmista nos versículos acima nos leva a reflexão quanto a nossa vida cristã, levantando algumas formas de gratidão por tudo que Deus tem feito:

Tomar o cálice da salvação. Se apropriar com um coração agradecido do favor de Deus.

Pagarei os meus votos. Com alegria levar ao templo o que a lei determinava, mas também as voluntárias, fruto do coração.

Pagar na presença do povo de Deus. Estar com o povo de Deus, servindo e demostrando a alegria de ser povo de Deus.

Fica muito evidente que a verdadeira espiritualidade de adoração não acontece de forma exclusivamente individual, mas ela se reflete na coletividade. Sim, é no meio do Povo de Deus que encontramos e apresentamos o resultado do agir de Deus no nosso coração. Assim percebemos que se trata de algo interno que se transforma em atitudes externas.

A religiosidade vai contra isso, ela apresenta no meio do povo algo que nós de fato não somos, experiências que nós não tivemos, sentimentos que não nutrimos e uma piedade que não cultivamos. É algo externo que não é fruto de processos no coração e nem muito menos lhe surtem algum efeito.

Assim fica claro compreender algumas posturas, que as pessoas sequer acham ser pecaminosas, como o menosprezo aos encontros do povo de Deus, as atitudes sectárias, as divisões, o desrespeito (explícito ou tácito) aos líderes e aos membros da comunidade de fé e até mesmo a mão encolhida e a retenção das contribuições financeiras à igreja, sejam de dízimos ou de ofertas.

Precisamos de um autoexame, sincero e profundo, para enxergarmos onde temos acertado e onde temos errado, e assim potencializarmos os acertos e buscarmos o arrependimento e correção dos nossos erros.                               Rev. Erivan Júnior

Amor a Deus

Meu povo, eu, o SENHOR, sou o seu Deus. Eu o tirei do Egito, a terra onde você era escravo.- Não adore outros deuses; adore somente a mim. - Não faça imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o SENHOR, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os seus bisnetos e trinetos. Porém sou bondoso com aqueles que me acoraçãomam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações.Êxodo 20.2-6

O homem respondeu: - "Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com todas as forças e com toda a mente. E ame o seu próximo como você ama a você mesmo." - A sua resposta está certa! - disse Jesus. - Faça isso e você viverá. Lucas 10.27-28

Já parou pra pensar nas formas como se demonstra amor por uma pessoa? Como a outra pessoa percebe que é amado/a? Como deixar claro o sentimento? Precisamos pensar em como amamos a Deus, e mais do que isso, precisamos pensar em como declaramos isso, como proclamamos isso pra ele e para as outras pessoas.

Cuidado com as crianças

Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele. Provérbios 22.6

criancas1
Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem; e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.
Deuteronômio 6.6-9

O noticiário das últimas semanas destacou quatro episódios que nos deixam claro o ataque diabólico que nossos filhos estão sofrendo diariamente. O primeiro, foi uma exposição do Santander, direcionada ao público infantil, onde as “obras de artes” eram gravuras de cenas sexo entre pessoas do mesmo sexo e até com animais. O segundo, uma exposição no MAM em São Paulo onde crianças eram incentivadas, ou no mínimo, permitidas a tocarem em um homem completamente pelado. A terceira, essa por motivos sociais bem menos divulgada, foi o caso dos pais que “deixaram” uma criança de 11 anos passar a noite numa cela de prisão com um estuprador. O quarto, foi a tragédia de Janaúba/MG, onde um “segurança” ateia fogo nas crianças e deixa dez crianças mortas, além da professora, e várias feridas.

Não pretendo entrar aqui em discursões e reflexões sociais sérias que tenho feito sobre esse conjunto de episódios, mas ouvi um grito: Cuidemos de nossas crianças!