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Conteúdo Fixo

A igreja como Esposa (3)

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. (...) Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: - Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro.” Apocalipse 21.2 e 9

Quando pensamos no relacionamento de Deus e sua igreja como um noivado, precisamos pensar no tratamento e comportamento dessa noiva frente ao seu noivo.

Das muitas características comportamentais esperadas da noiva, uma merece exagerado destaque: a fidelidade!

Essa fidelidade deve ser vista de dois ângulos: Da noiva para com o seu noivo e da noiva com ela mesma, haja vista que essa noiva é constituída de um  grupo de pessoas comuns formando a unidade (Comunidade).

brechaQuando pensamos na nossa relação com Deus, observamos na bíblia inúmeras citações que falam do zelo de Deus, citando o antropomorfismo do ciúme para descrevê-lo. A adoração exclusiva é o tempo inteiro exigido dos fiéis. A exclusividade é uma marca da fé e da vivência religiosa com o Deus nas Escrituras.

“Escolhei hoje  a quem servis”, “não se pode servi a dois senhores”, “Eu sou o Senhor teu Deus ... não se curvarás diante de imagens e esculturas” são inúmeras passagens que relatam a exigência inegociável de fidelidade a Deus.

Entretanto, percebemos que também se faz absolutamente necessário que essa noiva, chamada igreja, seja fiel com ela mesma, pois ela precisa estar ataviada e sem manchas. Mas como isso é possível? Ora, se somos um povo, precisamos ser fiéis a nós mesmos e à nossa comunidade.

Com relação à assistência, assim como um casal precisa se encontrar diariamente em casa, na sua intimidade, nós precisamos nos encontrar uns com os outros. Quando isso não ocorre, a janela do desamor e a consequente traição se tornam algo com muita probabilidade. É o clássico episódio da secretária que “encanta” os maridos que “trabalham demais” e não tem tempo para suas esposas.

 

A igreja como Esposa (2)

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. (...) Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: - Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro.” Apocalipse 21.2 e 9

noivaHoje queremos falar do zelo pelo encontro e da alegria de encontrarmos o nosso amado.

Quem se lembra do início do namoro? Dos primeiros encontros, das primeiras idas ao cinema, dos primeiros sorvetes, dos primeiros passeios? Quem se lembra desses momentos, lembra também dos preparativos para essas ocasiões, das roupas escolhidas com muito cuidado e de forma a causar espanto. Os lugares eram escolhidos com cautela e a expectativa em torno era sempre grande.

Cada momento era um verdadeiro momento de festa! Da mesma forma, a nossa vida e participação com o nosso Noivo precisa se revestir desses preparativos. Como noiva, precisamos nos preparar sempre para o encontro, as roupas criteriosamente separadas e cuidadas, o melhor perfume e o principal: a alegria de reencontrar o Amado.

A igreja como Esposa (1)

“E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. (...)  Um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas veio e me disse: - Venha, e eu lhe mostrarei a Noiva, a Esposa do Cordeiro.” Apocalipse 21.2 e 9

temploAmanhã nossa igreja celebra 114 anos de existência. Uma data muito significativa para nós presbiterianos independentes. Essas celebrações, principalmente as que acontecerão no próximo final de semana, precisam nos levar a uma profunda reflexão no nosso relacionamento com Deus e com a Sua Igreja. Pensando nisso, tentarei, a partir de hoje, escrever alguns textos que nos ajudem nessa reflexão.

Se faz necessário escolhermos uma das metáforas que o Senhor usou para descrever o Seu relacionamento com a Igreja, nós faremos isso usando a metáfora apocalíptica do casamento.

Um casamento não existe se não houver um conjunto de sentimentos entre os cônjuges e todos esses sentimentos precisam estar alicerçados no amor.

A figura utilizada por João pra falar da Igreja triunfante é a de Noiva. Isso nos remete ao grande amor do noivo por sua amada, que também responde esse amor à altura se preparando, se vestindo, se perfumando, se cuidando para o seu amado. Isso demonstra que o Senhor, que ama sua noiva, espera dela uma reposta prática e apaixonada, com todo o calor da paixão. Não há espaço para a frieza e apatia nesse casamento.

O casamento é a concretização de uma união de duas pessoas que se amam e unem suas vidas. Percebemos esse grande amor de Jesus em entregar a sua própria vida pela sua noiva, e essa noiva como tem respondido? Muitas vezes percebemos que pessoas ignoram esse amor se apegando à paixões passageiras, usando das mais variadas desculpas para não estar com o noivo ou não se comportando como enamorada.